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    eco-painting-action

    A “ECO-PAINTING-ACTION” - apresentação de uma nova corrente.

     

     

    A “Eco-Painting-Action” é uma vertente artística do “expressionismo abstracto” e da “painting-action”, tendo como objectivo principal ela própria, é na reutilização de materiais obsoletos que se acrescenta a inicial “Eco”.

     

    Luisfernando Graça há já cerca de 5 anos que se dedica a esta linhagem de trabalho plástico, a sua ligação ao “painting-action”, deu-se após a observação em 2001 do filme de Ed Harris, “Pollock” e a tentativa de compreender o artista americano mais mediático dos anos 50.

     

    Utilizando a reciclagem de vários materiais para criar texturas sempre diferentes nas suas telas, Luisfernando Graça reutiliza desde papel, tecidos, pregos, etc. …

     

    A “Eco-Painting-Action” não deixa que algumas peças antigas sejam destruídas, passando elas próprias a fazer parte de uma obra de arte que pode ser uma pintura, uma escultura ou mesmo uma instalação.

     

    Numa camuflagem quase imperceptível, as peças e as tintas misturam-se e compõem-se tornando-se peças de Arte/Deco leves e fascinantes.

     

    O aproveitamento de peças antigas, como velhas armações de parede para pendurar panelas, até um velho candeeiro ou mesmo pincéis e tubos de tinta velhos, são aproveitados para a obra, sempre com uma composição preestabelecida e estudada e eternizada em peça de arte.

     

    Não existem “Obras de série”, nem duas peças iguais, o que obriga a imaginação do artista a procurar sempre outros caminhos, outras formas, outras matérias-primas.

     

    O facto de entender uma pintura de ruptura que nada procura a não ser a automatização (movimentos mecânicos), expressa a compreensão do movimento, da energia, além de outras forças internas do artista.

     

     

    Uma das particularidades da “Eco-Painting-Action” é de ser de aplicação directa, sem esboço inicial, a imagem abstracta vai sendo criada/construída á medida que a sua execução avança. A ligação metafísica com o pensamento puro ou abstracto marca quase indelével esta corrente, ou seja a criação tem de partir de mente vazia sem concepções externas ou apogeus de outras criações. Só assim, se consegue criar deformações sem a rigidez de linhas e formas.

     

    Porém, apesar do automatismo aparente que está associado ao seu estilo, Luisfernando Graça recusa o ”acaso” como principio e fim da sua obra que sofre efectivamente de um automatismo inicial, mas depressa, este dá lugar ao uma dança que reúne o como e o porquê, os meios e os fins, “o método instrumental e a mensagem expressiva”.

     

     

    O artista acaba por dispor a tela no chão, colocando-se por cima desta e utilizando pincéis e outros objectos dos quais deixa a tinta pingar, expressando um movimento natural, não planeado, sem tocar na tela. Daí o seu termo “Dripping”.

    A fusão das tintas ainda húmidas e a mistura das cores, sugerem um 2º criador e aí sim, o acaso e a gravidade como lei da natureza, acabam por ter suma importância, mesmo assim o artista intervêm sempre..

     

     

    Willem de Kooning, em 1954 reconheceu a rotura que esta corrente trouxe á pintura:

     

    “De vez em quando, um artista tem de destruir a pintura. Cézanne fê-lo. Picasso também, com o cubismo. E Pollock matou a nossa ideia de quadro, e, permitiu assim, que a pintura voltasse a trazer qualquer coisa de novo.”

     

    Podem ver ainda outras obras (surrealismo), bem como o curriculum de Luisfernando Graça em www.luisfernandograça.i8.com e em luisgraca.spaces.live.com.

     

     

    Maria de Fátima Rodrigues de Jesus

    eco-painting-action

    A “ECO-PAINTING-ACTION” - apresentação de uma nova corrente.

     

     

    A “Eco-Painting-Action” é uma vertente artística do “expressionismo abstracto” e da “painting-action”, tendo como objectivo principal ela própria, é na reutilização de materiais obsoletos que se acrescenta a inicial “Eco”.

     

    Luisfernando Graça há já cerca de 5 anos que se dedica a esta linhagem de trabalho plástico, a sua ligação ao “painting-action”, deu-se após a observação em 2001 do filme de Ed Harris, “Pollock” e a tentativa de compreender o artista americano mais mediático dos anos 50.

     

    Utilizando a reciclagem de vários materiais para criar texturas sempre diferentes nas suas telas, Luisfernando Graça reutiliza desde papel, tecidos, pregos, etc. …

     

    A “Eco-Painting-Action” não deixa que algumas peças antigas sejam destruídas, passando elas próprias a fazer parte de uma obra de arte que pode ser uma pintura, uma escultura ou mesmo uma instalação.

     

    Numa camuflagem quase imperceptível, as peças e as tintas misturam-se e compõem-se tornando-se peças de Arte/Deco leves e fascinantes.

     

    O aproveitamento de peças antigas, como velhas armações de parede para pendurar panelas, até um velho candeeiro ou mesmo pincéis e tubos de tinta velhos, são aproveitados para a obra, sempre com uma composição preestabelecida e estudada e eternizada em peça de arte.

     

    Não existem “Obras de série”, nem duas peças iguais, o que obriga a imaginação do artista a procurar sempre outros caminhos, outras formas, outras matérias-primas.

     

    O facto de entender uma pintura de ruptura que nada procura a não ser a automatização (movimentos mecânicos), expressa a compreensão do movimento, da energia, além de outras forças internas do artista.

     

     

    Uma das particularidades da “Eco-Painting-Action” é de ser de aplicação directa, sem esboço inicial, a imagem abstracta vai sendo criada/construída á medida que a sua execução avança. A ligação metafísica com o pensamento puro ou abstracto marca quase indelével esta corrente, ou seja a criação tem de partir de mente vazia sem concepções externas ou apogeus de outras criações. Só assim, se consegue criar deformações sem a rigidez de linhas e formas.

     

    Porém, apesar do automatismo aparente que está associado ao seu estilo, Luisfernando Graça recusa o ”acaso” como principio e fim da sua obra que sofre efectivamente de um automatismo inicial, mas depressa, este dá lugar ao uma dança que reúne o como e o porquê, os meios e os fins, “o método instrumental e a mensagem expressiva”.

     

     

    O artista acaba por dispor a tela no chão, colocando-se por cima desta e utilizando pincéis e outros objectos dos quais deixa a tinta pingar, expressando um movimento natural, não planeado, sem tocar na tela. Daí o seu termo “Dripping”.

    A fusão das tintas ainda húmidas e a mistura das cores, sugerem um 2º criador e aí sim, o acaso e a gravidade como lei da natureza, acabam por ter suma importância, mesmo assim o artista intervêm sempre..

     

     

    Willem de Kooning, em 1954 reconheceu a rotura que esta corrente trouxe á pintura:

     

    “De vez em quando, um artista tem de destruir a pintura. Cézanne fê-lo. Picasso também, com o cubismo. E Pollock matou a nossa ideia de quadro, e, permitiu assim, que a pintura voltasse a trazer qualquer coisa de novo.”

     

    Podem ver ainda outras obras (surrealismo), bem como o curriculum de Luisfernando Graça em www.luisfernandograça.i8.com e em luisgraca.spaces.live.com.

     

     

    Maria de Fátima Rodrigues de Jesus